terça-feira, 15 de novembro de 2011

Saudade: se escreve com "S" de sorriso

Que saudade do jardim de infância, onde a maior preocupação era saber se meus pais iam me deixar ir brincar na casa das amiguinhas. Que saudade de ter a roupa escolhida pela mãe e sair linda de casa, me preocupando apenas com o que as bonecas estavam vestindo. Que saudade de assistir os filmes velhos da sessão da tarde comendo fatias douradas e bolinhos de chuva. Que saudade do irmão mais velho chegando em casa pra eu ficar na cama dele me sentindo a pessoa mais importante do mundo. Que saudade de fuçar a agenda da minha irmã, descobrir seus "segredos" e apanhar depois. Que saudade de ficar chorando nas noites que minha mãe ia trabalhar e eu ficava sentindo a falta dela. Que saudade do carinho das mãos surradas do meu pai e da voz rouca que cantava sempre a mesma música quando eu ia dormir na cama dele. Que saudade dos finais de semana e da primalhada dormindo amontoada. Que saudade de desejar ser gente grande sem saber a encrenca que é... Saudade não é lamentar o presente, mas sim reconhecer que por trás daquilo que vivemos hoje, seja bom ou ruim, existe uma história bonita. Saudade serve pra valorizar o hoje que um dia também será um passado do qual sentiremos falta. Bom mesmo é ver que tudo o que vivemos foi bom e não se arrepender. Obrigada meu Deus pela vida, pela minha vida e pelo ninho em que eu caí!


Eu piquitinha :)

domingo, 13 de novembro de 2011

Ilha do Mel

Em 2010, mais precisamente no mês de junho, comprei um "pacote" que se denominava "Ilha do Mel Love".
Em comemoração ao dia dos namorados, a ALT viajens realizou essa excursão, e la fui eu.
De organização expressivamente simples, os "agentes de viagem" eram muito queridos.
Quem foi, jamais esquecerá do Giovani (ou vai ou não vaiiii) e da Ilze (a irmã da Hebe Camargo).
Meio perdida ainda, na companhia de apenas uma pessoa conhecida, acreditava que seria uma viagem bem tranquila, só pra conhecer aquela ilha deserta e aproveitar o visual.
ENGANO! Foi uma das maiores bagunça que já fiz.
Lá, no primeiro almoço, os casais que compunham a excursão começaram a juntar mesas, no intuito de se enturmar.
Foi aí, que conheci os casais Juka e Helena, e Fernando e Kaline; além de muitos outros que ajudaram a festa ainda maior.

Após o "Jantar Romântico" preparado para a noite de sábado, fomos todos conhecer o Forró do Nativos, que rolava na ilha.
Tipicamente badalado pelos moradores locais, o "forró" era basicamente um arrasta pé no modo mais "risca faca" possível. Quanto aos visitantes, até quem não sabia dançar aprendeu.

No dia seguinte, quase sem conseguir abrir os olhos, fui acordada pelos novos amigos que cedinho já gritavam à janela pra conhecer mais da ilha.
Passeamos de barco, fomos ao farol, gruta das encantadas... No fim do domingo já estava prevista a volta.

Dessa viagem guardo lindas imagens, que me lembram os lugares lindos e os momento suuper divertidos vividos naquela linda e rústica ilha. Mas o principal, foram as amizades que fiz e que pode ser expressada pela frase (escrita numa baqueta presenteada a um dos amigos): "O valor da amizade não se mede pelo tempo, mas sim pela intensidade com que acontece".

Farol 

Pessoal no Farol

Paisagem Linda - Barquinho voltando do farol

Agora sim eu sei o que é pôr do Sol

Conseguimos! Um registro do Dread de Remo (ele tinha um dread gigantão, que parecia um remo)

Vista do Farol

Papa Bituca, umas das poucas fotos engraçadas publicáveis, hehe

Visual maravilhoso, pintado por Deus


Portãozinho da pousada

Gatinhas no Risca Faca

Meninos dançarinos do forró

Pessoal SUUUPER querido!

Marinheeeiro Só

"Essa é a barca para a ilha do Mél"....

Ilze, não disse que parecia a Hebe? HEHEHE

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Monte Crista - Feriado de Páscoa 2011

Coragem pra que te quero! Foi o que pensei depois de ter aceitado o convite do meu cunhado Alan e da minha irmã Grasi, pra mais essa, claro, já contando com a participação da Sandy.
A minha vontade de subir o "Crista" já era antiga, mas faltava a parceria certa pra me fazer ter coragem.

Começamos a subir na madrugada da 5ª feira e, depois de 8 horas de subida em meio à lama, chegamos ao acampamento.
Durante nossa "estadia", conhecemos pessoas, fizemos comida em fogueira, tomamos banho gelado, dormimos no chão... E o mais incrível: Adoramos tudo!
Apesar da dor muscular, demos muitas risadas com as "figuras" que iamos conhecendo lá em cima, e nos divertíamos comendo coisas práticas, geralmente enlatadas e instantâneas.
Na primeira noite nem sentimos a dureza do chão, de tão cansados que estávamos. Porém não dormimos muito. Quem já passou noites lá, em dias cheios de gente, deve ter conhecido os gritos noturnos do pessoal. No começo confesso ter sentido um pouco de medo, pois os gritos vinham de todos os lados, e cada vez mais gente juntava a voz àquele coro maluco. Mas na segunda noite, depois de termos participado do luau, já fizemos parte da bagunça.
Os dias foram todos de sol e vento, com um frio delicioso - exceto na hora de "tomar banho".
Nos fins de tarde era lindo ver as luzes da cidade se acendendo, todas de uma vez, e bem pequenininhas lá de cima.
A descida, no sábado antes da páscoa, é que foi a parte mais complicada.
Com a subida de todo o pessoal, as pedras estavam soltas, a lama havia tomado conta de qualquer parte seca que a chuva ainda deixara. Só nos sobraram os tombos nas descidas íngrimes do morro. Um tombo ali, outro aqui, quando percebemos ja estava de noite, e o desespero bateu forte!
Mas após 9 horas de sufoco, estávamos aqui novamente pra dar valor ao chuveiro, comida, cama... hehe

Mochilas pesadas


Vigia

Vista

Janta

Café da manhã


Sandy preparando o chimarrão

Catando "lenha"



"Pobreza", a nossa companheira

Um descanço merecido

Não deu muito certo essa primeira fogueira, haha

Assentamento

Agora sim!

Amanhecer



Limpos e felizes ainda

Em cima das nuvens

Preparativos para a noite

De volta pra casa

Gaiato no luau

Siiim, chimarrão!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

4º dia - O dia é de ir embora, mas a hora é de aproveitar mais um pouquinho

Enfim, o último dia... Empolgado pela tarde anterior, o Alan acordou cedo e já foi acordando todo mundo pra ir pra prainha, surfar.
Passamos a manhã por lá e demos os ultimos clicks com a minha falecida câmera. Na tentativa de tirar umas fotos do Alan surfando, acabei levando uma "ondada" enquanto estava em cima das pedras, e a maquina parou de funcionar :(
Mas o que importa é que ela registrou muita coisa bacana.
Já planejamos a nossa vlta à querida Guarda.


Nós e a vascaína

Mana e Cunhado, amigos de verdade! 

Lindo!

Resultado das "Aventuras" pelo mato

Adicionar legenda

terça-feira, 6 de setembro de 2011

3º Dia - Praias vizinhas

No terceiro dia fomos visitar algumas praias perto da Guarda.
Passamos da paira do Rosa, Ferrugem, Garopaba, e talvez alguma outra, hehe.
Todas as praias lindas, claro, mas a saudade da incomparável Guarda foi batendo no caminho, e voltamos no fim da tarde.

Cafpe da Manhã, cedinho antes de sair. Nesse dia vi o Zulu dando um "Giro Bike".
No improviso, a gente se ajuda

Ferrugem

Não sei onde era, mas era uma cachoeira linda!

Chimarreando na guarda, d enoite.

2º Dia - Pedra do Urubu

Conforme premeditado na noite anterior, acordamos bem cedinho no domingo para subir a Pedra do Urubu. Foi meio complicadinho para os quatro "piás de prédio" se virarem numa trilha desconhecida.
Encontramos um pequeno grupo de paulista e subimos com eles. Eles também pouco sabiam sobre o lugar.
A subidinha é light e bem tranquila, porém as aranhas e suas teias costuradas pelo caminho, dificultaram um pouco as coisas.
Após um pouco de subida, chegamos a uma pedra, e achamos que pronto! Ali era o ponto final da caminhada. A vista era linda, mas olhando pra cima percebiamos que ainda tinha bastante morro. Então continuamos rumo ao verdadeiro pico da pedra do urubu.
Como a maioria das pessoas provavelmente pára por ali, o caminho em frente nos proporcionou o encontro com muuuitas outras aranhas, e um caminho um pouco mais dificil. Até uma mini escalinha tivemos que fazer.
Enfim, conquistamos uma das vistas mais bonitas que já tivemos.

"Gambiarra" pra filmar a desastrosa descida


Parada na primera pedra

Comendo goiaba no alto da pedra... lá atrás o encontro do Rio da Madre com o marl. Lindo!