Quando me tornei tia, meu jeito de ver as coisas mudaram.
Conheci a responsabilidade de segurar alguém pela mão pra atravessar a rua e de ensinar tudo de melhor que eu aprendi (e algumas besteirinhas também, claro).
Aprendi a segurar bebê, trocar fralda, dar banho de banheira...
Até meu nome mudou.
Agora sou a Bubu, aquela que se sente amanda quando é atacada ao chegar na casa dos sobrinhos, e logo se sente como uma árvore quando os macaquinhos começam a se pendurar, tão grandes que quase já me derrubam. Também aquela que recebe a honra da confiança para escutar, compreender, acompanhar e aconselhar. Hoje sou a tia mais feliz do mundo, porque conheço um amor simples e puro vindo de três corações que eu acompanho crescer: Ana Flávia, Fefê e Juka.
Papel de tia é colecionar momentos e dividir as emoções mais especiais vividas pelos nossos irmãos, que desfrutam da paternidade/maternidade, com todo prazer :)
Nem tanto ao mar, nem tanto à terra;
Nem tanto a chuva, nem tanto o sol;
Nem tanto o branco, nem tanto o preto;
Nem tanto o céu, nem tanto o inferno;
Nem tanto o amor, nem tanto o rancor;
Nem tanto a vida, nem tanto a morte;
Nem tanto nós, nem tanto os outros.
Exagero é perda de controle.
Subir é importante. Elevar-se é surpreendente.
Mas aqui embaixo também tem seu valor.
A hora certa da escalada está dentro de nós,
e os relógios não são iguais.
Se é pra falar de Blues, fale direito!
Fale das tristezas que transcendem os sentimentos
enfatizadas em poesia
- bem que eu queria -
que essa dor fosse de verdade.
Quero falar do blues, como ele se fez
expulsando a tristeza falsa, pro azul sem tradução.
Venha Blues aos meus ouvidos,
só pra deixar "tudo azul".
Guarda o sonho, guarda-roupa
guarda tudo aquilo que a gente usou.
Pega o carro, guarda a mala
leva tudo o que você deixou.
Pouco tempo é coisa pouca
pra um coração que nunca esqueceu.
Cada hora, jeito, fogo
que um dia acendeu.
Quem nunca achou que pai e mãe não adoecem, nem têm medo, frio ou fome? Quem nunca acreditou, sequer um pouquinho, em Super-homem e Mulher Maravilha por causa deles? Quem nunca se aninhou debaixo de suas costas como se fosse o lugar mais seguro do mundo, ou escalou um colo como se fosse a montanha mais alta e forte? Quem nunca acreditou que pai e mãe fossem eternos? E quem disse que não são?
"Eu sei, mas não devia"
(de Marina Colasanti, recitado por Antônio Abujamra)
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(Conteúdo de propriedade da Fundação Padre Anchieta - TV Cultura).
Depois de quase dois anos e meio como Mídia e Produção na AMC, me despedir da minha mesa, dos fornecedores, da sala, da rotina e daquele maravilhoso ambiente que é o campus da CNEC Joinville não foi uma tarefa nada fácil. Clichê. Mas verdade.
Mais difícil que isso, ainda, foi me despedir dos amigos que tanto me ajudaram a crescer pessoal e profissionalmente (ô loco meu). Amigos de verdade, que pela convivência tornaram-se uma verdadeira família que levarei com muito carinho num lugarzinho especial do meu coração.
"Cuide do seu jardim, e as borboletas virão" - com certeza o aprendizado mais forte.
Mas enfim, se pedra que não rola cria limo, é chegada a hora de descer a ladeira!
Começa uma nova fase na minha vida profissional, na qual deposito minhas esperanças pessoais também.
É hora de adquirir experiências novas e me desafiar novamente.
Obrigada a todos os antigos companheiros de trabalho, agora grandes amigos.
Com vocês, público de duas pessoas (aquelas para quem eu sempre mando as postagens - algumas fotos da despedida com quem conseguiu comparecer.
Equipe da Agência que já está fazendo muita falta:
Alissa "Mina do Gueto", Gabriela (ex AMC que agora volta para ocupar meu lugar),
Fran "Chefinha Compacta", Déia "Mana Branca" e Shiran "Google".
Sr. Onildo da portaria, que sempre queria "confiscar" os lanchinhos
CPDBoys Jefferson, Giovani e Marlon
Amigas do Cursos Técnicos Cris e Eliane (faltou a Elisa)
Iara, a mãe de todos muitas vezes
"A Sucessora "
PS: Olha quem já está comigo no trabalho novo, suprindo a saudade de vocês:
A vida é feita de fases. Boas, ruins... Aprendizados. Que devemos vivenciar, para enfim evoluirmos. Assim como a borboleta, vivemos em metamorfose. Algumas vezes precisamos nos fechar num casulo para voltarmos à luz com lindas asas. Às vezes sair do casulo nos exige um grande esforço, mas devemos ter em mente a maravilha que é estar ao sol, e jamais desistir!
Alguém lembra de um cara, vestido de monge, falando poesia nas ruas de Joinville?
Se não, assim como eu, chegou a hora de conhecer!
Agora, morando em São Francisco, ele abandonou a "Sauna Ambulante" (como disse ele mesmo),
e agora, com a roupa do corpo mesmo, faz poesia e artesanato pra galera.
Quem me conhece sabe: sou uma grande apaixonada por pessoas,
principalmente quando as pessoas são "diferentes" de mim (falo de modo de vida).
E depois de casar com o Hippie Fábio na Guarda do Embau, por exemplo
(história engraçada que ainda não contei aqui),
esse cara veio chamar minha atenção.
Não só pelo jeito com as palavras, mas pela ousadia de chegar mandando sua ideia,
não se importando com o preconceito que possa sofrer, por ser um morador de rua, viver de arte, artesanato e poesia (considerados vagabundagem pela maioria) e não ser grandes cheiroso (hehe).
Esse vídeo foi gravado na parada do passeio a bordo do Barco Príncipe de Joinville,
no deck do centro histórico de São Chico em 27 de maio,
e estou postando porque a história do "Beija-Flor e a Flor" faz todo sentido!
PRA ACOMPANHAR:
[...] e quando essa flor de mulher está
contigo nos braços,
e você não consegue mais parar de beijar...
é porque ela te encantou com a alegria.
Com a beleza, com o perfume da flor e o amor,
o homem é transformado num vaso de mulher.
Se ela faz você se sentir assim
não tenha medo de lutar por ela,
nem de um dia casar e de ser feliz.
Nem dúvida do que a mulher é.
Mas sinta-se abençoado,
porque você encontrou a flor da sua vida.
A única desse jardim.
E esse sentimento tão maravilhoso, tão gostoso...
É talento! É dom divino,
que Deus dá pra mulher ao nascer,
pra ter o homem da vida dela.
Fazê-los acreditar no sonho não é fácil, não é
meninas?!
Junto vocês tem a união, que é a força;
a fé, (que é) a coragem;
e o amor que, no casal,
é pra construírem todo o projeto de vida que vocês
tiverem;
Que é o casamento,
a construção de uma casa,
os filho, um lar uma família.
Outra mulher rapaz?!
Faz da nossa vida um verdadeiro inferno, viu!
Eu sei por que eu já tive a minha, e o tanto
que tive que aprender.
Mas eu vivo bem, embora triste.
Porque chorar ninguém merece né?!
Cada um tem seus problemas e não interessa os
meus.
Interessa o que a gente tem de melhor pra
oferecer.
Por isso, quando estiver ao lado de um amigo
verdadeiro
ou da pessoa amada,
tudo o que fizer faça com amor [...]
Quando pedi um sinal recebi o dom da poesia,
e vi uma flor que nunca morre, nascendo.
Pra simbolizar esse sentimento:
o amor, a amizade... flor que nunca se acabe é
o que eu desejo a vocês.
Depois os céus se abriram e eu vi descendo um
beija-flor,
pra beijar essa flor tão sensível e delicada
igual a mulher
que precisa ser bem tratada, rapazes.
Mas não tenta querer entendê-la!
Vocês vão acabar doidos,
internados no hospício,
careca de preocupação.
E não vão conseguir!
É! nem elas se entendem.
E ela te deixa louco de amor...
Se produz toda, viu?
Gasta horas na frente do espelho,
se atrasa pra sair.
Só pra tirar foto,
pra te namorar.
Adora o carinho e o amor dela,
cheirosa e perfumada igual uma flor.
Sempre com esse sorriso do jeito que ela tá
aqui agora,
mostra a alegria de estar contigo.
A felicidade de quem te ama, te namora...
que ilumina a tua vida, o teu coração.
Igual uma estrela.
Cópia de Deus que elas são,
fazem o poeta se inspirar.
E o amigo que se apaixona fica tolinho,
tolinho... né?! [...]
Ser professor pode ser muito mais do que ensinar a escrever, contar números e entender a ciência. Ser professor pode ser ensinar um mundo diferente, mostrando que a diferença desse mundo é cada um de nós quem faz. É fazer a criança entender a FELICIDADE e não apenas a satisfação. E pra ensinar isso, não é preciso muitos recursos. Um pouco de terra, natureza e amor é mais que suficiente.
Fotos do trabalho da Equipe do PI ontem no passeio ao Sítio Agnello em Pirabeiraba.
Lanchinho
Hegel fugindo da Lama
Observando o chocar do ovos
Passeio de cavalo
Assistindo a colocação dos brincos nas vacas
Aprendendo a se localizar (mapas e bússola)
Colhendo fruta no pé
PaintBoll
Conhecendo a mata
Sempre que posso acompanho minha amiga Professora Ana S. de Oliveira e sua equipe do Período Integral do colégio em que trabalho (no marketing por enquanto), pra registrar os momentos. Mas essas fotos da "Calçada da Lama" promovida pelo professor Hegel Rodrigues Botelho, no passeio ao Sítio Agnello ontem (25/05) foram mais especiais. Ver essa galerinha com sorriso largo que nem lhes cabia no rosto, pingando água barrenta em cima de mim pra dizer "Meuu 'Prô' (que nem sou ainda) hoje é o dia mais feliz da minha vida!" NÃO TEM PREÇO!
Tem gente que diz que eu vou pra faculdade desenhar, picotar
papel e cantar “musiquinhas”.
Tem gente que compara as faculdades.
O médico, o fisioterapeuta e outros amigos sentem-se extraordinários
por saberem o nome de todos os ossos e músculos do corpo; mas esquecem de quem,
lá atrás, lhes ensinou uma musica parecida com “Cabeeeeça, ombro joelho e pé;
joelho pé...” quando ainda nem sabiam o que queriam ser da vida.
E isso, eu
aprendo em metodologia da ciência.
O Psicólogo tanto diz entender os transtornos das pessoas
com elas mesmas, que esquece de quem lhe deu um colinho naquele momento tão
importante da sua vida: o primeiro dia de aula; onde teve que aprender que o
papai e a mamãe iam trabalhar, enquanto ele ia aprender.
Eu aprendo a lidar com
isso, lendo os estudos do desenvolvimento da pessoa e da aprendizagem de Vygotsky,
Piaget, Wallon...
O engenheiro tira onda por usar a “incrível” calculadora
científica, mas esquece que quando não tinha nem noção do que era o número,
alguém lhe ensinou que dentro do dois existe o um, que dois mais três é igual a
cinco e que os grupos são separados por critérios de semelhança. Tudo isso tem
nome: inclusão hierárquica, soma e formação de conjuntos; e eu aprendo a ensinar isso nas
aulas de metodologia da matemática.
O administrador, que tanto se orgulha em organizar processos,
esquece do momento em que o sinal batia e alguém o ensinava a organizar a fila,
que na hora de guardar os brinquedos alguém ensinava o grupo a cooperar para o
sucesso da ação e que existem momentos certos pra tudo: brincar, se concentrar,
ouvir, falar, aprender, se alimentar, descançar...
Sem falar que o dentista não nasceu escovando os dentes
sozinho
e o nutricionista nem sempre soube fazer suas refeições sem ajuda.
Se é difícil suportar uma reunião com cinco adultos
graduados falando ao mesmo tempo, o que dizer de salas com quinze crianças que, geralmente – mesmo sem saber falar direito -, são cheias de vida pra se expressar?!
Nenhuma profissão é melhor que a outra. Cada uma tem sua
importância. O importante é saber reconhecer isso, pois um profissional sempre vai
precisar do outro, em algum momento na vida.
No dia 20 de maio foi comemorado o dia do pedagogo.
Portanto, parabéns à todas as amigas que, assim como eu, fizeram dessa profissão sua escolha.
Não quero mais levar minha vida “esperando”...
Quero aprender a viver o HOJE. Quero viver o melhor da segunda, e da
terça-feira. Não viver esperando o próximo fim de semana; que passa, às vezes deixa
algumas alegrias, e nada mais. Além do que, às vezes, o fim de semana pode nem vir...
Não quero mais viver como se o
que eu desejo fosse ao certo acontecer.Só quero que aconteça de forma natural. E que seja bom. Pelo menos
melhor do que ter que lidar com a frustração de não alcançar um desejo, uma expectativa.
Não quero viver em função dos
sonhos, que aliás nem tenho tantos. Quero viver em função da vida e do meu
melhor, fazendo com que TUDO tenha sentido; que tudo tenha valor.
Quero que as minhas ações e que
as palavras saídas da minha boca sejam um sinal de “+” no mundo e na vida de
quem me cerca. Porque daí sim fará sentido eu estar aqui. Quero aproveitar o
que as pessoas têm a me oferecer, por mais pouco que seja; porque só assim fará
sentido não estar sozinha.
Quero iluminar o mundo, que de
tão grande que é, vou ter que começar pelo meu quarto.
E quanto mais coisa boas eu querer ver e aproveitar, mais eu poderei viver...
...E não apenas alguns finais de
semana.
(Sábado eu voltei para o GC e sinto como se o Cara estivesse voltando pra minha vida - ou eu pra vida Dele))
Acho que já se tem percebido nesse blog, o quanto penso em Deus na minha vida.
Portanto, resolvi escrever uma reflexão sobre a "Novena da família Santos" desse mês, que aconteceu hoje (18/03).
Sou grata por ter a chance e a opção de "estar na luz".
Agradeço a mim mesma por escolher ter fé.
Estar na luz, é FAZER conforme a luz. É GOSTAR de fazer conforme a luz.
Deus, é simplesmente aquilo que temos de melhor. Ele não está longe, ele está dentro.
Somos o meio para que Ele possa se manifestar entre nós. Somos meras ferramentas.
E se bater alguma dúvida sobre a fé, naquilo que ninguém tem certeza se existe (Deus),
mostre pra você mesmo com o concreto, com aquilo que se pode mensurar; que força é essa.
Deixe-se ser o instrumento, deixe-se usar pelo Mestre, e assim, visivelmente, terás respostas.
Deus Não vai te provar nada, se não te apresentares como um instrumento útil,
porque instrumento enferrujado não permite um bom trabalho.
Mostre pra você mesmo o sorriso que tu podes causar com uma gentileza.
A gratidão que podes proporcionar com uma simples atitude.
A paz de um ambiente em tumulto, com um pouco de paciência e leveza espiritual.
Só assim, provando a cada dia pra nós mesmos PORQUE temos fé
é que entenderemos "PRA QUÊ" ter esse tal negócio de fé.
E poderemos entender que "luz" é essa, que vem de dentro.
Pra fechar, quando você sentir o desejo de desafiar Deus,
e pedir que ele prove pra você a Sua existência
Lembre: Você é a ferramenta!
Então prove. Prove porque você tem e porque você alimenta a sua "Fé".
Daí tudo fará mais sentido.
E não importará onde você dobra seus joelhos, nem se você os dobra literalmente;
Nem se você frequenta um templo, uma igreja, ou se o unico lugar que você tem é um simples quartinho pequeno de uma casa desorganizada.
O que importa não é aquilo que tens, mas sim aquilo que você DÁ, e aquilo que MERECES receber.
Estar na luz é SENTIR, FAZER e VIVER.
"Um coração sem luz é como um porão fechado, que só acumula velharia e poeira
e não serve pra mais nada.
Quando a gente acende a luz, pode ser assustador deparar-se com aquilo que se vê,
mas é o primeiro passo pra limparmos a sujeira, e fazer novamente útil o espaço.
Coração escuro, que não se limpa, só serve pra entulhar".
P.S.: Agora, na real, se for pra te dar um conselho... Não perca tempo questionando.
Acredite simplesmente como tu acreditas no amor,
que ninguém sabe explicar numa definição que cabe a todo mundo.
Dái verás o quão gostoso é sentir, a cada dia, a maravilha desse desconhecido.
Isso! Se não podes descobrir, apenas sinta.
"Cada música que escuto é uma forma de escutar sua voz rouca, que agora eu já nem lembro mais.
É que vezenquando toca aquela música que você adorava,
e nas noites de insônia eu a canto mentalmente,
nisso sinto o seu abraço e tenho bons sonhos.
Aos poucos você vai se apagando das minhas lembranças, às vezes você é um borrão acinzentado...
Quando isso acontece, (re)vejo fotos de um setembro mais suave,
e nisso caem lágrimas involuntárias de meus olhos, meu coração fica pequeno...
é nessas horas que eu sinto o seu perfume.
Porque faz muito tempo que tudo que eu escrevo e penso se resume a você.
Não sei mais dizer se meus gostos são realmente meus, ou se agora misturam com os seus.
Certas noites, eu penso em você. E fico pensando assim... porque tivemos o nosso fim?
Afinal, cada texto que eu leio e cada poesia que aqui escrevo
é uma forma calada de te dizer que ainda penso em ti." (Autor Desconhecido)
Faltando menos de uma hora para fechar um mês como pessoa de 20 anos, tomei a iniciativa de colocar as fotos da comemoração da minha velhice.
Vale ainda agradecer (mais do que já agradeci) a todos que toparam o mico de ir na festa a fantasia, e também a todos que deram um pulinho lá no Marketing pra comer o meu WorkBolo (sem bolonhas dessa vez, por que era festa - né Jefferson?! hehe).
E quem não esteve presente, mas lembrou (com ou sem a ajuda do facebook) desse dia, e teve a iniciativa de me ligar, ou mandar um email, SMS, sinal de fumaça... Saibam que valeu muito! (principalmente pra uma criatura carente como eu, que adora fazer aniversário).
Quem esteve na festa e ainda assim fez questão de me parabenizar no dia 14, "foi pras cabeças" ein!
Principalmente a Fran e a Sandy que foram almoçar comigo levando flores, e a Tais, minha eterna Gêmea, que passou pra me dar e ganhar o abraço de feliz aniversário.
Agora chega de churumelas, e bora pras recordações :)